Introdução
As redes sociais e profissionais sempre foram relevantes para a atração e seleção dos melhores profissionais para as organizações. Mas existe toda uma realidade em transformação, que acreditamos ser o início de uma nova era para o mercado de talentos: é a realidade das pessoas hiperconectadas em redes pela web 2.0. E como em toda época de transformações, múltiplas leituras são possíveis – e necessárias – para entender e influenciar os rumos dessas mudanças. Cadeia de valor de recrutamento e seleção: com ainternet e a web 2.0

A maioria dos atores representados nesta nova configuração da cadeia de R&S já existiam, no entanto é importante perceber que surgiu uma nova dinâmica. As plataformas Web 2.0 estão habilitando novas relações e novas formas de seleção e contratação de pessoas.
Diante dessa constatação, é fundamental buscar o sentido e o impacto dessas mudanças, bem como suas implicações para as organizações e profissionais na construção de novas estratégias para o mercado de talentos 2.0.
Considerações finais
Recrutar por meio das redes sociais pode parecer simples – e de fato é bastante simples do ponto de vista tecnológico e de investimento – mas demanda mudanças importantes no engajamento das empresas – e de seus funcionários chave – com os indivíduos que estão inseridos nas redes. Isso envolve adotar uma nova postura perante as redes sociais, onde comportamentos individualistas ou pouco transparentes têm vida curta, e inverdades ou incoerências de empresas e indivíduos são rapidamente desmascarados.
Embora alguns setores se adaptem mais rapidamente a este novo contexto, a realidade do Talento 2.0 e todas as suas implicações já estão afetando a dinâmica das relações entre oferta e demanda de talentos em todo o mundo, em inúmeras organizações e em praticamente todos os setores da economia. Na opinião da TerraForum, estamos apenas no início de um grande processo de mudança, participando da criação de uma nova dinâmica em que redes de talentos são as responsáveis pelo sucesso de organizações que atuam em rede. E a competência de gestão de talentos 2.0 se torna uma competência essencial das organizações.
Este estudo foi escrito em coautoria com Carolina Almeida, Elisa Crestana, Eduardo Marcondes, Juliana Maaz e Tatiana Gonoretzky. 1 de 1