Introdução
O surgimento de diversas novas ferramentas tecnológicas trouxe grandes mudanças no mercado turístico e nos hábitos do viajante. A internet proporcionou dois grandes saltos: a praticidade para realizar reservas de diversos gêneros (voos, hotéis, carros, restaurantes, etc.) e a disponibilidade de informações antes acessível a poucos. O turista internauta pode hoje pesquisar uma infinidade de referências sobre milhares de destinos e atrações sem grande esforço.
Os Atores do Turismo 2.0
A pesquisa realizada revelou como a nova forma de viajar provocou mudanças nos atores envolvidos nesse processo: o turista tornou-se mais independente de prestadores de serviços turísticos e mais envolvido com outros viajantes.
Os ofertantes foram obrigados a reinventar-se, abrindo o seu relacionamento com um diálogo mais franco e aberto, além de entenderem que não podem limitar-se ao espaço físico que atualmente ocupam. Também, pode-se observar nesse panorama o surgimento de novos atores que ajudaram a mudar a dinâmica do setor. Podemos ver as estruturas e impactos na imagem a seguir:

Estas três grandes categorias, subdivididas em 7 principais atores caracterizaram o Turismo 2.0 e a organização dos casos apresentados neste relatório.
Conclusão – Socializando o ato de viajar
Do ponto de vista do Turista 2.0 temos um consumidor mais exigente, bem informado, participativo, que deseja ampliar sua experiência turística com um período pré e um período pós-viagem, nos quais ele se socializa, primeiro buscando e depois compartilhando e discutindo vivências e percepções antes, durante ou após as viagens. Para esse público a viagem é cada vez mais um ato social, mesmo que ele viaje sozinho.
Do lado do Trade Turístico, qualquer instituição que queira se posicionar de maneira efetiva na internet e nas redes sociais deve entender que o turista é colaborador chave da elaboração de conteúdo e construção da sua reputação.
O objetivo final é tornar a oferta turística mais completa, interessante e estimulante, além de gerar negócios e oportunidades de forma integrada para uma série de serviços que podem ser complementares.
Este estudo foi escrito em coautoria com Eduardo Marcondes, Felipe Feliciano, Gabriela Couto, Thiago Silva, Alex Sanghikian e Patrícia Haddad.
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